sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Mantenha-se vivo!

O ano de 2008 está chegando ao fim. Festa de confraternização, férias, busca incessante para atingir as metas e muitas outras coisas fazem com que deixemos de lado uma das virtudes principais para o crescimento dos negócios: a fidelização e a conquista de clientes para o ano seguinte.

Hoje em dia ouvimos muito falar da importância de manter um bom relacionamento com o cliente, ou seja, conhecê-lo, manter-se vivo na memória dele e até mesmo prever o que ele precisará. Alguns, mais audaciosos, dirão até que precisamos ter uma conexão mental, mas isso já é outro assunto.

A verdade é que precisamos criar oportunidades para que os clientes sempre contem com a nossa empresa para melhorar seus negócios e crescer cada vez mais. Afinal, o crescimento dele está totalmente atrelado ao crescimento dos nossos negócios.

Pensando nisso, e antes de entrar no furacão e correria que significa o termo “fim de ano”, essa é uma excelente época para começar a planejar suas ações de relacionamento e estar presente na mente de seu cliente em 2009. Com antecedência, além de poder planejar e realização d a ação com mais calma e sensatez, a grande vantagem é que você terá muito mais tempo para evitar imprevistos (atrasos na entrega, falhas na produção, etc e etc.) e economizar, afinal, conforme aumenta a demanda, os preços das matérias primas e serviços sobem também.

Assim, te pergunto: já pensou em como estar presente na rotina do seu cliente no fim deste ano e fazê-lo lembrar de você já no início do próximo?

Bem, estamos a três meses do fim de 2008 e agora é a hora de planejar. Não perca tempo nem oportunidades. Crie ou mantenha um excelente relacionamento com seus clientes em 2009.

Fortaleça sua marca e bons negócios!

A Vox digital, desde 2002, cria materiais para campanhas de relacionamento e geração de oportunidades de negócios como brindes, kits, calendários, cartões de fim de ano impressos e eletrônicos, entre outros. Aproveite e veja alguns dos trabalhos principais no site http://www.voxdigital.com.br/ ou faça um contato.


terça-feira, 9 de setembro de 2008

S.O.S Comunicação!

Em meio a um bate-papo com outros profissionais chegamos ao assunto que todos desta área já debateram alguma vez na vida: a banalização do real intelecto dos profissionais de comunicação.

Quem desta área nunca se deparou com uma argumentação semelhante a essa: “Poxa, mas você quer cobrar essa fortuna apenas para criar um loguinho?” ou então um pedido depois de outro trabalho realizado: “É coisa simples. Só um banner institucional...coisa de meia horinha.”

Hoje, com um número cada vez maior de agências no mercado, cada forte profissional que se dedicou quatro anos em uma universidade ou investiu em alguma formação e entende a importância de uma campanha realmente planejada, com metas e mensuração de resultados, etc. e etc., se contorce ao ver uma ferramenta de comunicação mal elaborada e sem embasamento consistente algum. Mas o que mais dói é saber que qualquer pessoa (sem a mínima formação na área) pode comprar um computador dos mais básicos possíveis, adquirir softwares (normalmente ilegais) e com uma noção básica ou nula se auto-intitular web designer ou designer gráfico. Imagina se esse tipo de banalização da profissão acontecesse com a área médica ou engenharia por exemplo. No mínimo teríamos milhares de pessoas mortas por ineficiência dos auto-intitulados médicos e prédios que não se manteriam erguidos por nem um ano.

Disso tudo, paro e penso: se só exigimos e cobramos uma certificação especial de profissionais que estão extremamente relacionados ao risco de vida ou morte das pessoas nós, profissionais especializados, não creditamos tal importância a marca e a comunicação de uma empresa. Estaria eu enganada ou a comunicação continua (pelo menos nos livros) sendo uma das principais engrenagens ou, como diriam os mais antigos, a “alma do negócio”? Bem, se ela é a alma, tem vida. Logo, com uma comunicação debilitada a empresa corre sério riscos de sobrevivência.

Analogias a parte, concordo que o próprio mercado não enxerga tal importância e busca muito mais o quesito preço do que conceito, mas acredito também que se nós, profissionais de comunicação, não nos posicionarmos de tal forma teremos em um futuro muito breve um câncer em estágio avançado na nossa área que nem os médicos (com CRM) poderão curar.

Pense nisso.

Renata Ribeiro